HISTÓRIA

 

Fundado em 1992, pela família Marambio, o primeiro circo, recebeu o nome de Circo Montana, percorreu durante cinco anos diversos bairros e cidades dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, a lona tinha capacidade para 700 pessoas sentadas. No começo de 1997, o circo recebeu o nome de Circo Caupolican, que foi uma homenagem a um importante guerreiro chileno do povo Mapuche, que batizou o maior teatro de Santiago, teatro este que recebe regularmente as grandes companhias circenses no Chile, por onde já passaram o Circo Russo de Moscou, Circo da China entre outros nacionais e internacionais. Nessa nova lona a lotação do circo dobrou, recebendo 1.500 pessoas sentadas por sessão. No final do ano 2.000, após realizar turnê por diversos estados do Brasil, a itinerância terminou na cidade de São Paulo, onde, desde então, são realizados espetáculos circenses em espaços alternativos, sem perder o modo clássico e tradicional do circo.   

                     

                                                                                      

 

 

 

CURIOSIDADES

 

Desde sua fundação em 1992 passamos por algumas situações diferentes:

 

·      Montamos o circo em uma cidade da região de Piracicaba chamada Artemis, o lado da rua que estava o circo só havia o canavial que cercava, e do outro lado da rua, bem em frente havia uma igreja e casas. O curioso foi que durante os três dias de montagem não apareceu nenhuma criança ou qualquer outra pessoa para perguntar o que estava acontecendo ali, se era um circo, quando estreava, quanto custava o ingresso, essas coisas comuns, que quando chegamos a um local, normalmente o circo chama atenção, principalmente das crianças, pois bem, chegado o dia da estréia, deu o horário do espetáculo que estava anunciado para às 20h30 e nada do público, deu 21h30 e nada, então decidimos desligar o som, a iluminação e cancelar o espetáculo, aliás, decidimos desmontar o circo e seguir para outra cidade, quando já estávamos tristes, abatidos por ter fracassado naquela praça, aparece uma família, já passava das 22h perguntando se não ia ter espetáculo, fizemos uma rápida reunião e decidimos trabalhar, nem que fosse para aquela família, abrimos a bilheteria, ligamos as luzes e som, quando de repente, começa chegar um monte de gente, a pé, de bicicleta, de caminhão, de cavalo, de carro, quando ficamos curiosos e perguntamos para uma pessoa o que estava acontecendo, onde estavam todos, aí foi respondido que só saiam de suas casas após o final da novela.

 

·     Situação parecida, aconteceu em Alfredo Guedes, região de Lençóis Paulista, mas lá o motivo foi a quermesse, onde o público de repente apareceu em massa, pois estavam todos na festa religiosa.

 

·    Na comunidade de Salsa e Merengue no Rio de Janeiro, montamos o circo no meio do campo de futebol, fizemos tanto sucesso na estréia, que tivemos que fazer duas sessões, aliás, foram diversas praças nas comunidades do Rio de Janeiro, que a sessão de estréia dobrou.

 

·      Montamos em um lugar bem afastado no estado de Minas que não havia infra de energia elétrica, a que havia no local era suficiente apenas para abastecer as residências ali existentes, porém, usamos nosso gerador e fizemos grande sucesso, tendo lotação garantida, durante 02 semanas.

 

·      Montamos em um bairro de Itaquaquecetuba, onde dos 08 espetáculos anunciados para o final de semana de estréia, trabalhamos apenas 01 com 20 pessoas na platéia, foi um fracasso.

 

·      Montamos o circo no bairro Nova Conquista em São Mateus, onde haviam tantas curvas, que a primeira carreta que tentou subir o morro parou em uma curva e não conseguiu subir mais, a curva era fechada demais, então teve que voltar de ré, causando grande congestionamento e concentração de pessoas que ficaram curiosas para ver como a carreta sairia dali, ao chegar em baixo, alugamos um terreno, deixamos a carreta e carregamos todo material em um caminhão que deu diversas viagens, até chegar ao campo de futebol que ficava no topo do morro, ficamos neste bairro por um mês e foi um grande sucesso de público em todas sessões.

 

·       Durante nossa turnê pelo Brasil, passaram em nosso circo, diversos artistas da música e da televisão, que muitas vezes realizavam a segunda parte do espetáculo. Entre eles: Os Trapalhões (Dedé, Mussum, Sargento Pincel, Baiaco), Rony Cócegas o Galeão Cumbica, Eliana, Mariana, Mara Maravilha, Palhaço Fosco, Palhaço Bozo, Vovó Mafalda, Sérgio Malandro, Humberto Martins, Rodrigo Faro, Maria Alcina, Genival Lacerda, Jean e Marcos, Jacó e Jacozito, Gretchen, Toca do Coelho, entre outros.

 

·      Já montamos o circo em grandes metrópoles e pequenas cidades, em estacionamentos de shopping centers e colônias de canaviais, em centros de cidades e bairros da periferia, sempre em busca do Respeitável Público.

 

·      Já realizamos diversos espetáculos gratuitos para entidades que realizam trabalhos sociais.

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